Eloá Cristina Pimentel, nascida em Presidente Prudente, São Paulo, em 24 de fevereiro de 1994, e falecida em Santo André, São Paulo, em 17 de outubro de 2008, foi uma jovem brasileira vítima de feminicídio que teve seu sequestro e assassinato amplamente divulgados pela mídia. O caso ganhou notoriedade devido à cobertura intensa e prolongada da imprensa, que transmitiu ao vivo momentos cruciais da negociação policial com o sequestrador, seu ex-namorado, Lindemberg Alves Fernandes.
O sequestro de Eloá ocorreu em 13 de outubro de 2008, quando Lindemberg invadiu o apartamento onde ela e sua amiga, Nayara Rodrigues da Silva, estudavam. Lindemberg não aceitava o fim do relacionamento com Eloá e a manteve refém por mais de 100 horas. A cobertura midiática intensa, embora tenha mantido o caso em evidência, também foi criticada por supostamente interferir nas negociações policiais.
Após dias de negociação, a polícia invadiu o apartamento. Lindemberg atirou em Eloá e em Nayara. Eloá foi atingida na cabeça e no pescoço, falecendo no dia seguinte. Nayara sobreviveu, apesar de ter sido ferida.
O caso Eloá gerou grande comoção nacional e levantou discussões importantes sobre violência contra a mulher, a atuação da mídia em situações de crise, a eficácia da negociação policial e o porte ilegal de armas. A tragédia se tornou um símbolo da persistência do feminicídio no Brasil e da necessidade de políticas públicas para combater a violência de gênero. O caso também acendeu o debate sobre a responsabilidade da mídia em situações de crise, e as implicações éticas da cobertura ao vivo de eventos traumáticos.
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