O niilismo (do latim nihil, "nada") é uma filosofia que propõe que a vida não tem significado objetivo, propósito intrínseco ou valor moral supremo. Essencialmente, o niilismo rejeita as crenças convencionais, muitas vezes desconstruindo noções como verdade, conhecimento, moralidade e existência. Não se trata simplesmente de pessimismo, mas de uma negação fundamental da significância e do valor estabelecido.
Principais Aspectos do Niilismo:
Negação de Valores: O niilismo frequentemente questiona e rejeita valores morais, éticos e estéticos estabelecidos. Argumenta que esses valores são construções sociais sem fundamento objetivo. Uma forma comum é o niilismo%20moral, que nega a existência de valores morais objetivos.
Rejeição do Significado: Uma crença central é que a vida humana (e o universo em si) é desprovida de um propósito inerente. Não há um objetivo final ou razão para existir. A busca por significado é, portanto, considerada vã.
Desconfiança no Conhecimento: O niilismo pode se estender ao ceticismo epistemológico, questionando a possibilidade de se obter conhecimento verdadeiro e objetivo sobre o mundo. Este aspecto pode estar ligado ao niilismo%20epistemológico.
Tipos de Niilismo: Existem diferentes nuances e interpretações do niilismo. Alguns tipos incluem o niilismo existencial (relacionado à falta de propósito), o niilismo moral (relacionado à moralidade) e o niilismo político (relacionado à rejeição de sistemas políticos).
Influência: O niilismo influenciou profundamente a literatura, a arte e a filosofia, particularmente no século XIX e XX. Pensadores como Friedrich Nietzsche, embora frequentemente associado ao niilismo, usaram o conceito para tentar transcender os valores tradicionais e criar novas perspectivas. O trabalho de Nietzsche, em especial, aborda a "morte de Deus" e o problema do niilismo%20existencial.
É importante notar que o niilismo não é inerentemente destrutivo. Embora possa levar ao desespero ou à inação, também pode ser um ponto de partida para a criação de novos valores ou para a aceitação da liberdade radical que deriva da ausência de um propósito imposto.
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