António de Oliveira Salazar (1889-1970) foi um estadista e ditador português que liderou Portugal de 1932 a 1968. É conhecido como o fundador e líder do regime do Estado Novo, um regime autoritário corporativista que governou Portugal com mão de ferro.
Ascensão ao Poder: Salazar ascendeu ao poder como Ministro das Finanças em 1928, numa altura de grave crise económica e instabilidade política em Portugal. A sua gestão financeira bem-sucedida granjeou-lhe popularidade e em 1932 tornou-se Primeiro-Ministro.
O Estado Novo: Salazar instituiu o Estado%20Novo em 1933, formalizando o seu regime autoritário. A Constituição de 1933 consolidou o poder de Salazar, reprimindo a oposição política e limitando as liberdades individuais.
Ideologia: A ideologia do Estado%20Novo era nacionalista, conservadora e corporativista. Valorizava a ordem, a tradição, a família e a religião católica. Promoveu o orgulho nacional e a ideia de Portugal como uma potência colonial.
Política Económica: A política económica de Salazar focou-se na estabilidade financeira, no equilíbrio orçamental e no protecionismo. Promoveu o desenvolvimento da indústria nacional e a autossuficiência económica.
Política Colonial: Salazar foi um fervoroso defensor do Império%20Colonial%20Português e resistiu à descolonização até ao fim. As guerras coloniais, iniciadas na década de 1960, consumiram recursos significativos e enfraqueceram o regime.
Repressão Política: O regime de Salazar caracterizou-se pela repressão política, censura e perseguição aos opositores. A Polícia%20de%20Vigilância%20e%20Defesa%20do%20Estado%20(PIDE), a polícia secreta, era responsável por deter, torturar e assassinar opositores.
Neutralidade na Segunda Guerra Mundial: Salazar conseguiu manter Portugal neutro durante a Segunda%20Guerra%20Mundial, apesar das pressões dos Aliados e das Potências do Eixo. No entanto, permitiu o uso dos Açores como base militar pelos Aliados.
Fim do Regime: Em 1968, Salazar sofreu um acidente vascular cerebral e foi substituído por Marcelo Caetano. No entanto, Salazar nunca foi informado da sua substituição e continuou a acreditar que era o Primeiro-Ministro até à sua morte em 1970. O Estado%20Novo viria a ser derrubado na Revolução%20dos%20Cravos em 1974.
Apesar de ter mantido alguma estabilidade económica e social em Portugal durante um período de turbulência na Europa, o legado de Salazar é controverso devido à natureza autoritária do seu regime e à supressão das liberdades individuais.
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