Em psicologia, "Arche" (do grego arkhé, que significa "começo", "origem" ou "princípio") refere-se principalmente ao conceito de Arquétipo na psicologia analítica de Carl Jung. É importante notar que o termo Arche não é tão amplamente utilizado quanto "Arquétipo" em si, mas ele serve como uma base conceitual para entender a natureza dos arquétipos.
Principais pontos sobre Arche e sua relação com Arquétipos:
Origem e Fonte: O Arche representa a força primordial, a raiz ou a fonte da qual os arquétipos emergem. É uma predisposição inata e universal presente no Inconsciente%20Coletivo.
Forma Vazia: O Arche é visto como uma forma vazia ou um padrão latente. Ele não é uma imagem ou ideia específica, mas sim um potencial, uma estrutura básica que se manifesta através da experiência individual e cultural.
Potencial de Manifestação: O Arche possui um potencial para ser preenchido com conteúdo psicológico e experiencial, dando origem às diversas imagens, símbolos e padrões de comportamento que reconhecemos como arquétipos.
Universalidade: Assim como os arquétipos, o Arche é considerado universal, presente em todos os seres humanos, independentemente da cultura ou época.
Exemplos: Embora o Arche em si seja uma forma abstrata, ele se manifesta em arquétipos específicos como a Mãe, o Pai, o Herói, a Sombra e outros. Cada um desses arquétipos é uma forma específica na qual o Arche se expressa.
Em resumo, o Arche é o conceito fundamental, a base teórica que sustenta a ideia dos arquétipos de Jung. Ele representa a força originária e universal que influencia a formação de padrões de pensamento, sentimento e comportamento comuns a toda a humanidade.
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