Ectoplasma é um termo usado no espiritismo e na ficção para descrever uma substância que os médiuns supostamente expelem de seus corpos durante um transe. Acredita-se que essa substância seja a base para a materialização de espíritos ou para a criação de outros fenômenos paranormais.
O termo foi cunhado no final do século XIX pelo fisiologista Charles Richet, um pesquisador de fenômenos psíquicos, e é derivado das palavras gregas "ektos" (fora) e "plasma" (moldado ou formado).
Na teoria espírita, o Ectoplasma é descrito como uma substância viscosa, leitosa ou pastosa, que emana geralmente dos orifícios do corpo do médium, como boca, nariz, ouvidos, e até poros da pele. Alega-se que, uma vez fora do corpo, o ectoplasma pode ser moldado por espíritos para formar membros, rostos ou até mesmo corpos inteiros visíveis, permitindo a comunicação ou interação com os vivos.
É importante notar que a existência do ectoplasma nunca foi comprovada cientificamente. Fotografias e vídeos que afirmam mostrar ectoplasma geralmente foram desacreditados como fraudes, utilizando materiais como gaze, musselina, ou outros tecidos. Céticos argumentam que a produção de ectoplasma é uma forma de ilusionismo ou uma tentativa de enganar pessoas vulneráveis. A alegação de Natureza%20Pseudocientífica é frequente em discussões sobre o tema.
Apesar da falta de evidências científicas, o ectoplasma continua sendo uma parte importante da crença espírita e frequentemente aparece em obras de ficção, como filmes, livros e jogos, como um elemento de histórias de fantasmas e fenômenos paranormais. A representação ficcional muitas vezes se desvia da descrição original espírita, retratando o Ectoplasma%20na%20Ficção como uma substância brilhante, esverdeada e até mesmo perigosa.
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