Angrboða (em nórdico antigo, "aflita", "portadora de tristeza") é uma gigante na mitologia nórdica, notória por ser a consorte de Loki e mãe de três seres monstruosos de grande importância no mito: Fenrir, a serpente Jörmungandr (também conhecida como a Serpente de Midgard), e Hel, a governante do reino dos mortos.
Sua história é relativamente fragmentada nos textos sobreviventes da Edda Poética e Edda em Prosa. No entanto, sua importância reside principalmente em seu papel como a progenitora das criaturas que desempenharão um papel crucial nos eventos do Ragnarök.
Sua associação com Loki é vista como uma transgressão da ordem divina, já que Loki, embora frequentemente associado aos deuses Aesir, também possui laços com os gigantes, que são frequentemente retratados como seus inimigos. A união entre um ser associado à ordem (Loki, de forma controversa) e uma gigante como Angrboða, representando o caos, é emblemática da perturbação que leva ao apocalipse nórdico.
Após o nascimento de seus filhos, Odin e os Aesir tomam medidas drásticas. Fenrir é acorrentado, Jörmungandr é atirada ao oceano que circunda Midgard e Hel é banida para o submundo, demonstrando o medo e a tentativa de conter o poder destrutivo que Angrboða e Loki haviam concebido.
Angrboða reside em Jötunheimr, a terra dos gigantes, mas pouco mais é revelado sobre sua vida ou ações além de sua maternidade e seu relacionamento com Loki. Ela é essencialmente uma figura representativa do caos primordial e da ameaça constante dos gigantes aos deuses e à ordem do cosmos.
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