No Budismo Tibetano, o Bardo (tibetano: བར་དོ་, Wylie: bar do) refere-se ao estado intermediário entre a morte e o renascimento. Literalmente, significa "intervalo" ou "transição". Não é um lugar físico, mas sim um estado de consciência transitório e fluido. A compreensão do Bardo é central para a prática budista tibetana, especialmente no contexto do Livro Tibetano dos Mortos (Bardo Thodol).
Principais Aspectos do Bardo:
Os Seis Bardos: A tradição budista tibetana descreve seis tipos de Bardo, divididos em dois grupos principais:
O Bardo Thodol (Livro Tibetano dos Mortos): É um guia para auxiliar o falecido durante o Bardo, oferecendo instruções e conselhos para reconhecer as visões e evitar renascimentos indesejados. Seu objetivo é ajudar o falecido a alcançar a liberação (moksha) ou um renascimento favorável.
Experiências no Bardo: Durante o Bardo, o falecido experimenta uma série de visões e sensações, incluindo luzes, sons e formas. Essas experiências são consideradas projeções da própria mente do falecido, influenciadas pelo karma acumulado ao longo da vida.
Duração do Bardo: A duração do Bardo não é fixa, mas geralmente se acredita que dura até 49 dias. Durante esse período, o falecido busca um novo renascimento, impulsionado por seus apegos e desejos.
Importância da Prática: O estudo e a prática da meditação, especialmente as técnicas relacionadas ao reconhecimento da natureza da mente, são considerados cruciais para se preparar para o Bardo. Através da prática, os indivíduos podem aprender a reconhecer e lidar com as visões do Bardo, aumentando suas chances de alcançar a liberação ou um renascimento favorável.
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