A teoria da conspiração dos reptilianos afirma que uma raça de humanoides reptilianos, seres extraterrestres ou intraterrestres, controla secretamente a humanidade ao assumir formas humanas e manipular governos e outras instituições poderosas.
Origem e Popularização: O conceito de reptilianos modernos pode ser rastreado até as obras de Zecharia Sitchin (sobre os Anunnaki) e Maurice Doreal, mas foi David Icke quem popularizou a teoria moderna dos reptilianos nos anos 90. Icke afirma que muitos líderes mundiais, celebridades e membros da realeza são, na verdade, reptilianos disfarçados.
Características Atribuídas: Os reptilianos são frequentemente descritos como possuindo pele escamosa, olhos fendidos (pupilas verticais) e a capacidade de mudar de forma. Eles são retratados como seres frios, calculistas e sedentos por poder, que buscam controlar a humanidade para seus próprios fins, como a extração de recursos ou a manutenção do controle social.
Alegações de Controle: A teoria afirma que os reptilianos influenciam ou controlam eventos mundiais através de organizações secretas, bancos, mídia e governos. Alega-se que eles manipulam as massas através da desinformação e da propaganda.
Críticas e Ceticismo: A teoria dos reptilianos é amplamente desacreditada pela comunidade científica e acadêmica. Não há evidências científicas que a sustentem. É geralmente considerada uma pseudociência e uma teoria da conspiração sem fundamento. As alegações são frequentemente baseadas em interpretações errôneas, boatos e relatos anedóticos.
Implicações e Impacto: A teoria dos reptilianos, como outras teorias da conspiração, pode ter implicações sociais e políticas negativas. Ela pode fomentar a desconfiança em instituições, alimentar o extremismo e a discriminação, e dificultar o diálogo racional e a busca por soluções para problemas reais.
Psicologia da Crença: A atração por teorias da conspiração, incluindo a dos reptilianos, pode ser explicada por fatores psicológicos como a necessidade de encontrar padrões e explicações em eventos complexos, o desejo de sentir-se especial e informado, e a busca por uma sensação de controle em um mundo incerto. A psicologia da conspiração é um campo de estudo que explora essas motivações.
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